Despido de bens materiais,
Usando sua alma como apoio
Aquele vidente cresceu
E, sem medo do mundo, floresceu
Separando o trigo do joio
Assim surgiram forças espirituais
Mas era humano, seus ancestrais
O tinha colocado em cativeiro
Então, nesse ambiente adormeceu
Sonhava que estava no céu
Ficava pois, alimentado todo seu roteiro
Ali envolvido entre os imortais
Ao despertar, muitos ambientes florais
Irradiavam rosas, margaridas angélicas
Com seus perfumes provocantes
Que lhe deu impulsos edificantes
Onde imagens psicodélicas
Provinham de músicas divinais.